BrOffice.org no Banco do Brasil

Saiu na Info Corporate uma entrevista com José Luís Prola Salinas, que está há 25 no Banco do Brasil, e assume a vice-presidência de tecnologia e logística. Experimente perguntar a Salinas como vai gerir uma área cujo orçamento anual é de 1,284 bilhão de reais e que emprega mais de 11 mil pessoas sem ter um background de tecnologia e a resposta apontará para a criação de uma estrutura forte de governança. “A TI precisa ter uma visão de negócios e de planejamento, além de ser capaz de traçar cenários para responder com agilidade às necessidades do banco”, afirmou Salinas em entrevista exclusiva a Info CORPORATE.

Abaixo, parte da entrevista relacionado ao BrOffice.org no Banco do Brasil.

IC - O BB investiu em software livre para os servidores das agências, com economia estimada em 50 milhões de reais. Essa política será mantida ou a TI vai partir para soluções híbridas?

SALINAS - Soluções de código fechado e código aberto convivem muito bem no Banco do Brasil. O BB utiliza sempre aquela que julga ter o melhor custo-benefício e em muitos casos a tecnologia de código aberto prevalece. Pretendemos continuar seguindo essa premissa. Dezenas de aplicativos já são desenvolvidos em código aberto. Como alternativa para a suíte de escritório, o banco já instalou o BrOffice.org em 80 mil máquinas. Também já implantamos o sistema operacional GNU/Linux em todos os 5 500 servidores e em quase 50 mil máquinas nas agências. Entre os benefícios do uso de software livre estão a independência de fornecedores; a segurança, já que as soluções em software livre são revisadas continuamente por um grande número de usuários; a estabilidade; e, principalmente, o custo. Economizamos 60 milhões de reais nos últimos quatro anos com software livre.

Fonte: Info CORPORATE

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