Padrão aberto ganha reforço no Brasil
Quem nunca passou pelo sufoco de ter de abrir um arquivo e descobrir que ele era incompatível com o aplicativo ou a versão em uso no computador? Com a concorrência e o ritmo acelerado com que os aplicativos de escritório recebem atualizações, o que era para ser um ganho tecnológico, muitas vezes se torna motivo para dor de cabeça.
É com o propósito de garantir uma linguagem universal e a interoperabilidade desses registros de forma atemporal que foi criada, em março de 2006 nos Estados Unidos, a Open Document Format Alliance (ODF), órgão que apregoa a adoção de formatos de documentos baseados em padrões abertos, que permitam aos usuários abrir quaisquer documentos sem mais ficarem reféns da adequação a formatos impostas pelos softwares proprietários.
O Brasil foi o primeiro país da América do Sul a recomendar o padrão ODF e agora passa a ser também o pioneiro na América Latina a criar uma versão local da entidade, com o objetivo de facilitar o acesso dos cidadãos principalmente no que diz respeito à documentação pública com definição do e-PING - padrões de interoperabilidade do governo eletrônico, em novembro do ano passado.
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